E ontem eu sentava no quarto da minha irmã, pra escrever o que de bom me aconteceu no ano de 2008. Eu tava vivendo uma outra vida, com outra pessoa, outras prioridades, e talvez, outra cabeça. A faculdade me mudou muito, isso é fato. Conheci gente nova, desafetos novos, poucos, mas desafetos. Aprendi a lutar ainda mais pelo que quero, aprendi técnicas de reportagem, aprendi a escrever melhor, e muitas outras coisas com as pessoas, como: Não coloque mais de 6 pessoas num Corsa Sedan, e ainda mais se uma delas tiver obesidade mórbida. Aprendi também que numa festa cheia de bebida, você nunca vai ser o único bêbado. Dei valor aos meus grandes e novos amigos. No dia do meu aniversário, ganhei uma baita festa, que não foi surpresa, mas foi a melhor festa que eu já tive na vida. Aqueles estranhos tinham ótimos abraços, e sorrisos. Aprendi como nunca o significado da palavra hipocrisia. Mas não por a ter praticado, e sim por a ter encoberto, e mais do que tudo, me enojado por ver tão na minha frente, no que se resumia essa expressão. Aprendi a ser outra pessoa. Mas logo depois vi que não precisava daquilo, e muito menos dela, pra viver meus dias, não importa o quanto ela tenha tentado me dizer o contrário. Aprendi a me desligar do mundo, e não pensem que foi usando drogas. Tive paciência, tive determinação, fui um bom menino, mas o inexistente Papai Noel não reconheceu meus esforços. Ou talvez não ele.
Nunca conheci tantas pessoas, como neste ano. Nunca fui a tantos lugares, nunca andei tanto, nunca sorri tanto. Vou citar nomes, pois não sou injusto. E vou citar os que tentaram fazer esse ano pior, porque não? Sinceridade é uma qualidade, acredito!
Os novos amigos, Matheus, Renato, Dente, Silvio (Falcão), Sérgio, Giroto, Bruce, Kallil, Cid, Diego, Cidaum, Marcoilos, Guaira, Hindianara, Bruna, Pati, Jaque, Carla, Natália e Nathalia. Só isso, na faculdade, quem diria. Não adianta me falarem que eles são simplesmente colegas. Colegas eu arrumei aos montes, quase 60. Amigos, eu sei que foram esses. Estiveram em cada oportunidade, me apoiando, e me puxando a orelha, como deveriam. Pra isso que servem, os amigos, afinal.
Os velhos amigos, Bruno, Jack, Marcio, Max, Guilherme, Pedros (Smith e Barrionuevo), Marcus, Adriana, Danielly, Augusto, Luciano, Lucas, Bruno Los e Fael, meu primo querido, que tá indo fazer faculdade lá na Fema, também... Não creio que tenha esquecido de alguém.
Na família, tudo como sempre. Não deixarei de gostar de vocês, o que também não quer dizer que eu vá preferir vocês, a meus amigos, quando for passar festas de fim de ano longe de casa, entendam. HAHAHAHAHA
Mamãe, viu seu filho entrar na faculdade, ficou orgulhosa como nunca, e eu dela, por ela ser essa guerreira, que é. Tenho muito gosto por ser filho dela, e nunca deixarei de ter. Ela me dá força pra ir onde eu quiser, acho que herdei a determinação que ela sempre teve.
Papai, que voltou a ser presente na minha vida, trouxe mais dois irmãos pra fazerem festa, por aqui, e eu tenho de expressar o quanto gostei deles, e o quanto eu me divirto fazendo o Kaio dançar, e querer aprender violão, quando eu simplesmente estou fazendo esbossos de aprendizado. Desculpa, Kaio, no alto da minha ignorância musical, não consigo te ensinar, ainda.
Irmã, sempre me dando cutucões e beijinhos, depois, é a pessoa que me aguenta sempre que quero vir pra São Paulo. Amanhã, fazem 20 dias que eu estou a infernizar ela, e nenhum sinal de ela me expulsar daqui. Apesar de você comparar a pessoa que eu mais gosto, com uma pessoa que eu lutei e consegui esquecer, eu vou ficar feliz quando você estiver na minha formatura, batendo palmas e me deixando sem-graça. Assim como me deixou quando terminei a Escola.
E pra quem pensou que eu só ia dar abracinhos e beijinhos no texto, tá aqui o atestado do engano de vocês. Chegou a hora de mandar pessoinhas tomarem em seus respectivos orifícios anais. E não vou fazer segredo não. Aliás, se se sentirem no direito de devolver, o que eu acho justíssimo, por favor, o façam. E me avisem. Acredito que seja deveras justo, citar quem me atrapalhou, e falar os motivos, assim como, as pessoas também falarem o que eu fiz de errado, oras. Comecemos, então.
A começar pela Srta. Tamiris, que me fez perder um tempo do caralho, com uma coisa que nunca iria dar certo, e que ela nunca acreditou. Obrigado por ter feito eu gastar rios de dinheiro com passagens de ônibus, pra ver uma pessoa que não me tinha nos planos, e que muito menos se esforçava pra dar continuidade a nossa relação. Agradeço também pelos seis meses que você me fez jogar no lixo, e espero que tenha jogado os seus, da mesma forma. E finalmente, obrigado por ter saído de vez da minha vida, dito que só sabe falar do mesmo assunto, e engrandecer os seus problemas, na tentativa de preocupar aqueles que te cercam. Se tem algo em que eu posso lhe agradecer, é isso, ter sumido de vez. Não preciso mesmo dos seus dramas, e controvérsias comportamentais. Sua bipolaridade me irrita, beijos.
Queria mandar um abraço pro Marcelo, nanico, e tremendamente invejoso, que queria mais do que eu, algo que não podia ter, e ainda conseguiu me fazer tomar um tremendo apavoro, e quase apanhar feio, por algo que eu não fazia. Obrigado por ter sido mentiroso, ter plantado intrigas, e quase ter feito eu perder alguns dentes. Meu sorriso e meu tapinha nas suas costas mostram o quanto eu gosto de você, justamente por eu ser irritantemente irônico em 90% dos momentos, e não dar tapinhas nas costas de quem eu gosto. Simples assim.
Termino este ano com esse belíssimo post, tentando não ter esquecido ninguém, e tendo boas expectativas pro ano que chega. Feliz 2010 a todos, e que a sinceridade ilumine seus cérebros. By the way, não esqueci da Gabi. É que fica meio desnecessário, falar de alguém que tem sido o assunto das minhas últimas crônicas, sabe como é, né? Eu só queria dizer que a amo, e se ela não se importar de me tratar como namorado, ou me chamar como, em breve, iremos ser felizes juntos, não porque eu ache que mereço, ou quero. Nós simplesmente vamos, e ponto final.
Beijo na têmpora esquerda de cada um de vocês que leu. Até 2010.